De volta ao túnel do tempo....
Me pego aqui planejando a festinha de 1 ano da Alice, correrias e orçamentos altos, mas no fundo do meu coração habita a saudade.
Esta data que se aproxima faz meu coração bater forte e querer saltar pela boca quando lembro de tudo que se passou.
Alguns dias antes de saber da minha gravidez estava no meu baile de formatura pensando no meu futuro profissional, quando me deparo com algo que no momento me pareceu uma loucura, estar grávida. De repente tudo que era para ser de um jeito se virou em outro e eu me vi no papel único e exclusivo de mãe. E não foi quando ela nasceu, mas quando soube que estava grávida. ë o que chamamos de instinto. Somos puramente animais e no sentindo da procriação somos totalmente irracionais, agindo por puro instinto. Meu desejo durante a gravidez era de protejer aquele pequeno feto a todo custo, cuidando de mim sabia que estava cuidando da minha filha também. Parece que já sabia como seria seu jeitinho aqui no nosso mundo.
Sempre conto isso para as pessoas, mas ouso contar de novo porque pra mim é algo lindo. Quando a Alice nasceu, eu a esperava no quarto, extremamente cansada do pós parto. Trouxeram-a no meio da madrugada, não me lembro exatamente a hora, mas creio que era por volta de uma 3 da manhã. A enfermeira me entregou ela, me deu uma dica ou outra, fechou a porta e foi-se. Olhei para os lados, o pai da Alice estava ao meu lado, mas naquele momento me vi sozinha e pensei..... E AGORA?? eu não conseguia segurar ela direito, eu tinha medo de mudar ela de posição porque não conseguiria voltar ao colo direito. Mas foi coisa de 1 hora ou duas, eu já estava virando a menina de ponta cabeça, dei banho, troquei fralda e fiz tudo, ninguem me ensinou, ali no fundo do meu coração eu sabia o que fazer, e queria fazer... da minha maneira, mas queria.
Hoje em dia fico pensando em como está dificil a situação, ela está entrando numa crise de birras e manhas e eu muitas vezes não sei o que fazer. Sempre paro e penso, voltando a esse dia de seu nascimento e falo, já fiz coisas muito mais difíceis, sei que vou conseguir educá-la e tento ficar mais tranquila, mas mesmo assim tenho muito medo de errar. Tenho medo de mimar demais ou reeprender demais. Sei que ali no fundo do nosso coração tem um manual nos instruindo o tempo todo, mas muitas vezes acho que alguem trancou esse manual e jogou a chave fora.
O tempo está passando e daqui há 1 mês e alguns dias, estarei comemorando o primeiro ano da minha linda, o ano mais difícil, interessante, sublime e espantosamente feliz de toda a minha vida.
Ela já aprendeu a rolar, engatinhar, sentar, já anda e corre fala uma lingua estranha e brinca de esconde-esconde. Estou sempre na expectativa para o proximo aprendizado, estou sempre aguardando alguma coisa. Muitas vezes acho que ela se afastou de mim depois que começou a andar, mas sei que começou junto com essa habilidade motora, sua liberdade para descobrir as curiosidades da vida.
Sei que sou a mãe da Alice e que isso significa e significará muito para ela sempre, mas quero sempre ser a melhor mãe que ele puder ter, sei que é difícil, mas espero que ela conte sempre comigo, me veja como um abrigo, uma diversão, uma bronca e um colo eterno.
Espero ser sempre sua mão estendida filha!!!
Esta data que se aproxima faz meu coração bater forte e querer saltar pela boca quando lembro de tudo que se passou.
Alguns dias antes de saber da minha gravidez estava no meu baile de formatura pensando no meu futuro profissional, quando me deparo com algo que no momento me pareceu uma loucura, estar grávida. De repente tudo que era para ser de um jeito se virou em outro e eu me vi no papel único e exclusivo de mãe. E não foi quando ela nasceu, mas quando soube que estava grávida. ë o que chamamos de instinto. Somos puramente animais e no sentindo da procriação somos totalmente irracionais, agindo por puro instinto. Meu desejo durante a gravidez era de protejer aquele pequeno feto a todo custo, cuidando de mim sabia que estava cuidando da minha filha também. Parece que já sabia como seria seu jeitinho aqui no nosso mundo.
Sempre conto isso para as pessoas, mas ouso contar de novo porque pra mim é algo lindo. Quando a Alice nasceu, eu a esperava no quarto, extremamente cansada do pós parto. Trouxeram-a no meio da madrugada, não me lembro exatamente a hora, mas creio que era por volta de uma 3 da manhã. A enfermeira me entregou ela, me deu uma dica ou outra, fechou a porta e foi-se. Olhei para os lados, o pai da Alice estava ao meu lado, mas naquele momento me vi sozinha e pensei..... E AGORA?? eu não conseguia segurar ela direito, eu tinha medo de mudar ela de posição porque não conseguiria voltar ao colo direito. Mas foi coisa de 1 hora ou duas, eu já estava virando a menina de ponta cabeça, dei banho, troquei fralda e fiz tudo, ninguem me ensinou, ali no fundo do meu coração eu sabia o que fazer, e queria fazer... da minha maneira, mas queria.
Hoje em dia fico pensando em como está dificil a situação, ela está entrando numa crise de birras e manhas e eu muitas vezes não sei o que fazer. Sempre paro e penso, voltando a esse dia de seu nascimento e falo, já fiz coisas muito mais difíceis, sei que vou conseguir educá-la e tento ficar mais tranquila, mas mesmo assim tenho muito medo de errar. Tenho medo de mimar demais ou reeprender demais. Sei que ali no fundo do nosso coração tem um manual nos instruindo o tempo todo, mas muitas vezes acho que alguem trancou esse manual e jogou a chave fora.
O tempo está passando e daqui há 1 mês e alguns dias, estarei comemorando o primeiro ano da minha linda, o ano mais difícil, interessante, sublime e espantosamente feliz de toda a minha vida.
Ela já aprendeu a rolar, engatinhar, sentar, já anda e corre fala uma lingua estranha e brinca de esconde-esconde. Estou sempre na expectativa para o proximo aprendizado, estou sempre aguardando alguma coisa. Muitas vezes acho que ela se afastou de mim depois que começou a andar, mas sei que começou junto com essa habilidade motora, sua liberdade para descobrir as curiosidades da vida.
Sei que sou a mãe da Alice e que isso significa e significará muito para ela sempre, mas quero sempre ser a melhor mãe que ele puder ter, sei que é difícil, mas espero que ela conte sempre comigo, me veja como um abrigo, uma diversão, uma bronca e um colo eterno.
Espero ser sempre sua mão estendida filha!!!
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